Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006

oportunidades

shelteringsky.jpg fotografia do filme de Bertolucci, -Um chá no deserto


Não sou eu que vejo mais num Mercedes branco do que um Mercedes branco. Na verdade, há sempre um sentido oculto em todas as coisas. Oculto simplesmente porque não o compreendemos, apenas podemos adivinhar...


 


«Because we don't know when we will die, we get to think of life as an inexhaustible well, yet everything happens only a certain number of times, and a very small number, really. How many more times will you remember a certain afternoon of your childhood, some afternoon that's so deeply a part of your being that you can't even conceive of your life without it? Perhaps four or five times more, perhaps not even that. How many more times will you watch the full moon rise? Perhaps twenty. And yet it all seems limitless.» -citação do filme The Sheltering Sky - Um chá no Deserto.


Temos tendência para viver como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Como diz o narrador deste magnífico filme, a vida é limitada ... E tudo o que fazemos é importante, mesmo quando parece «coisa de pouca monta». Na medida justa, uma vez que estamos interligados com o grande sistema cósmico,  todos  os nossos pensamentos, acções e intenções contribúem para a transformação incessante e permanente da roda da Vida.

publicado por Isabel às 12:01
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4 comentários:
De isabel a 8 de Agosto de 2006 às 17:10
Prakash
na realidade não percebi mesmo, mas também não era para perceber, pois não?
Troblogdita
que saudades tuas... que surpresa boa a tua visita... bjs infinitos pa ti : )
Filipe
começo a habituar-me aos teus comentários bonitos e inteligentes. Já agora, conheces o poema «When the child was a child, it was the time of these questions. Why am I me, and why not you? Why am I here, and why not there? When did time begin, and where does space end?...?»
De Filipe a 6 de Agosto de 2006 às 12:07
Quantos pontos contém uma linha que dê 1000 voltas ao mundo?
Quantas horas podem caber em 60 segundos?
Quantos interesses nascem e morrem até ao interesse final...?
Hoje fiz festas numa criança. Uma criança...uma criança...
De troblogdita a 5 de Agosto de 2006 às 19:30
Gosto desse filme. Tenho a tendencia de começar a falar antes de começar a pensar. E mesmo de começar a pensar sobre o que vejo, sofregamente, como se isso fosse importante, se me desse logo alguma percepção do que está diante de mim. Nesse filme há o deserto, há beleza, há momentos de silêncio, há a vida, a vida daquela mulher, das pessoas que estão na vida dela. Há um tempo, um ritmo em que vejo o filme, sem essa sofreguidão, em que o meu discurso, os meus pensamentos, que julgam e nomeiam já se estão a impor. E é um filme a que voltarei. E há o teu blogue, minha amiga querida, que redescubro. A tua amizade. Um abraço terno, nuno.
De Prakash a 4 de Agosto de 2006 às 22:40
Fazer é melhor k não fazer... mas, fazer não fazendo é ainda melhor... percebes? eu também não!!!... não te preocupes...

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