Terça-feira, 15 de Agosto de 2006

hipnoses energéticas

munch_madona.jpg a madona de Munch


Einstein, que não era budista, disse "O ser humano é uma parte do todo a que chamamos universo, uma parte limitada pelo tempo e pelo espaço. Experimenta os pensamentos e sentimentos como factos separados do resto, o que é uma espécie de ilusão óptica da sua consciência."


Tento meditar sobre esta realidade e sobre a força dos sentimentos do ego e a prisão das energias inebriantes libertadas pelas ilusões. Relembro a palestra a que assisti no outro dia e a forma como Jigmé Khyentse Rinpoché ri ao explicar o modo como trocou os votos pelo amor, alguns ; )  


"Somos feitos todos da mesma matéria. Estamos todos a inalar átomos do fumo da tortura de Joana d’Arc e algumas moléculas do último suspiro de Cristo..." - dizia Werner Heisenberg. Mais um Físico!


será que eu devia dedicar-me à Física em vez do budismo?  lol


podem-me explicar como é que eu faço para me tornar imune aos tsunamis energéticos quando eu preciso de sentir a força dos sentimentos que Muse descreve em Space Dementia como alimento criativo essencial?!

publicado por Isabel às 18:12
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5 comentários:
De isabel a 26 de Agosto de 2006 às 17:08
DIANA - Não me parece que reinventar tsunamis seja bom ou seker possível. Na verdade, os tsunamis destroem tudo por onde passam. Pelo contrário, é possível viver num mar com grandes ondas de energia criativa. Claro que é preciso estar-se atento. Num mar morto, já n é possível haver nada, n há hipótese de construir nada vivo a partir da morte. O ideal é nc deixar chegar ao estado de morte, mas isso é trabalho individual às vezes árduo, outras vezes k dá mt prazer ;)
Diz se vou de encontro ao teu pensamento pf
bj :P
De Diana a 22 de Agosto de 2006 às 11:18
Para responder à tua pergunta veio-me uma definição de repente à cabeça. Quando escrevi o mar morto nem pensei bem como poderia defini-lo, sabia o que era, mas não pensei muito sobre isso. Em dois minutos conclui: o mar morto é quando todas as emoções parecem ter-se exilado num país distante, à excepção do tédio e da solidão.
Tenebroso, mas era isso mesmo.
De Padma Puntsog/Leonardo a 18 de Agosto de 2006 às 16:09
Ola, Isabel, obrigado pelo post, tbem vou inclui-la no meu blog. Um grande abraço.
De Diana a 17 de Agosto de 2006 às 11:20
Se soubesse responder-te seria sábia, e ainda não cheguei lá. Continuo a sentir vontade de me deixar levar por todos os tsunamis que encontro, mas reinventar tsunamis no mar morto deve ser essencial para que a tranquilidade não se transforme em tédio :p
De troblogdita a 15 de Agosto de 2006 às 18:35
:-D

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