Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

amor-cisne

Enviaram-me uma crónica liiiiinda. Vale a pena ler:

«Os cientistas descobriram que há três espécies de amor: o amor paixão; o amor romântico; e o amor companheiro.

O primeiro, toda a gente sabe o que é, todos o viveram (…) O amor paixão faz disparar a adrenalina e a testerona, que faz perder o juízo... A parte boa é que é garantido que não dura para sempre. Mas é aí, justamente, que começam os problemas amorosos: quando o amor paixão morre de esgotamento. Pode ser substituído por: o fim de tudo e cada um vai á sua vida ou pode transformar-se numa das duas outras espécies de amor: o amor romântico ou o amor companheiro. Era tese estabelecida pela psicologia comportamental que, a seguir à paixão, a relação terminava ou era substituída pelo amor companheiro. Saciada a febre dos primeiros tempos, os casais que ficavam juntos entregavam-se à paz ou pasmaceira do amor companheiro: filhos, netos, Natais, jardinagem e culinária, museus da Europa e praias do Sul.

Mas a grande descoberta da ciência acaba agora de ser anunciada ao mundo: existe vida entre a paixão e a pasmaceira, entre o paraíso e o limbo. É o amor romântico. Vários estudos envolvendo cerca de 6 mil casais que tinham passado a fase da paixão revelaram aos cientistas que as ondas cerebrais continuavam a emitir sinais elevadíssimos de excitação quando confrontados com imagens do seu parceiro/a. E, consultados, referiam continuar a sentir uma “profundidade intensa”, a par de uma “enorme intimidade” e “grande desejo sexual” em relação ao outro. Enfim, um amor apaixonado, cúmplice, mas excitante. Tudo isto foi compilado e exposto no recente estudo da psicóloga e investigadora Bianca Acevedo, da Stony Brook University, de Nova lorque, intitulado Does a long-term Relationship kills romantic love? A resposta é não. Não, uma relação longa não mata necessariamente o amor romântico. Pelo contrário, com sabedoria e delicadeza, com sensibilidade pode torná-lo inexpugnável. Pode, para usar a linguagem dos cientistas, transformar parte dessa multidão de casais falhados em “casais cisne” (animais monogâmicos desde que se juntam até que a morte os separa).
Confesso que sempre acreditei nisto. O mais fácil é desistir logo que o mundo perfeito deixa de nos surgir todos os dias e sem esforço algum. O problema é que uma relação amorosa é a dois and it still takes two to tango... »

sinto-me: tou à espera, esperançosa...
música: brandi Carlile - The Story
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publicado por Isabel às 17:48
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