Quarta-feira, 23 de Março de 2005

morte

"O espírito está sempre em relação com um corpo.(...) Quando morremos, o espírito entrará no bardo, abandonando o corpo. (...) O espírito não será acompanhado pelos bens que acumulámos ao longo da nossa vida (...) Um cadáver é sempre um cadáver e é esse o nome que damos ao corpo que deixámos após a morte. Podemos tratá-lo com respeito ou tratá-lo sem cerimónia, queimando-o ou atirando-o ao mar, que isso não fará a a mais pequena diferença a um cadáver, que é como uma pedra. Abandonado pelo espírito, não fica triste ou contente" in Dilgo Khyentse Rinpoche, Compaixão e Iluminação pp.48-49 Bardo: literalmente, «entre dois», estado intermediário entre a morte e o renascimento
publicado por Isabel às 12:11
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1 comentário:
De troblogdita a 23 de Março de 2005 às 15:23
Deixo-te apenas um abraço forte, que há alturas que não tenho nada que acrescentar ao que foi dito. Mas levo comigo o que li. Estás no meu coração, nuno.

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