Sexta-feira, 25 de Março de 2005

sexta-feira santa

pai.JPG Há muitos anos, o meu pai teve a sua primeira filha; sempre desejara uma menina e amou-me intensamente, protegendo-me. Em nenhum momento o meu pai deixou de me amar. Falo de um amor incondicional... Realmente incondicional... Eu amei-o sempre, mas sinto agora que não o demonstrei o suficiente. Tinha este amor por adquirido. Tinha a presença do meu pai como eterna. Amo-o profundamente como sempre o amei, mas hoje apetece-me gritar bem alto "Amo-te papá!" No dia de hoje, em que a Igreja Cristã chora a morte do seu Protector, eu lamento a ausência do Meu. Cresci tão apegada à presença do meu pai que esqueci um dos maiores ensinamentos do budismo: a impermanência.
publicado por Isabel às 23:43
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1 comentário:
De troblogdita a 28 de Março de 2005 às 02:13
Querida amiga: eu sei que amas. Que Amas. E só há o Amor incondicional, é o único amor verdadeiro. E tu Amas! Um abraço, nuno.

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