Quarta-feira, 13 de Abril de 2005

equanimidade

"Onde quer que haja espaço, há seres que existem e sofrem. POr que criar distinções entre eles, considerando uns como inimigos odiosos e outros como amigos afectuosos, rejeitando uns para nos apegramos a outros? (...) Talvez pensemos que alguns dos nossos inimigos nos são hostis de modo permanente, que foram nossos inimigos durante muitas gerações e que no futuro continuarão a sê-lo. No entanto, não é de todo assim que as coisas se passam. (...) Hoje temos muita confiança nos nossos pais e gostamos muito deles, mas após esta vida, quem sabe se eles não irão renascer entre os nossos inimigos?" Dilgo Khyentse Rinpoche, Compaixão e Iluminação, Livros e Leituras, Lda., Lx, pp. 40-41
publicado por Isabel às 00:38
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